Primeiras impressões de Iquitos

Iquitos com cerca de 500.000 pessoas é a maior cidade no mundo de onde não se vai a lugar algum. Aqui só se chega de aviâo ou barco e não há nenhuma estrada. Graças a isto são poucos carros, entretanto… como há motocarros! Por todo o lado, todo o tempo. É impressionante. Os motocarros são como os riquixás asiáticos. Além dos motocarros há ônibus muito velhos, que no Brasil seriam reprovados até como sucata, vans, pick-ups e raros carros velhos japoneses. Nada de wolks, gm ou ford.
Povo simpático, sorvete delicioso e muito agito no centro, assim é Iquitos. Gostei de andar no centro, e vi muitas apresentações na Plaza de Armas e no Malecon, calçada com vista pro rio que lembra MUITO, o banhado em São José dos Campos. Deu até saudade. As apresentações são de tudo… estátuas vivas, macacos, palhaços, dançarinos, capoeiristas cantando em portuñol legítimo (“el berimbau é meu, el berimbau é meu, el berimbau é meu fue minha mae que me dio”). Gringos para lá e para cá, prostitutas, famílias, vendedores ambulantes, hippies. É colorido e divertido. O que achei mais curioso foi um pequeno carrossel, onde os carros rodavam no braço do responsável, que ficava correndo em círculos… Na plaza de armas, além da igreja matriz (muito bonita) ainda havia uma casa de ferro que, segundo consta a lenda, foi encomendada por um barão da borracha do engenheiro Gustave Eiffel, o mesmo da famosa torre. É bem legal também, e está aí na foto, junto dos motocarros.
Impressoes1601

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