Banho quente, banho frio

Meus amigos próximos sabem que sou um adepto do banho quente. Aliás, banho “fervente”. Assim, se eu imaginasse que tomaria banho a noite de água fria eu com certeza daria risadas e me imaginaria em um sonho, ou melhor, em um pesadelo. Mas este é o mundo amazônico. Um mundo sem água quente e ao qual aos poucos fui me habituando a ponto de para mim ter se tornado algo normal. Apesar disso algo novo vem acontecendo depois que voltei do Sul no Ano Novo. Neste período aconteceu algum problema na etapa de filtragem da água tratada da cidade e então a água chega clorada mas escura, com terra. Além das irritações de pele (aqui chamadas de “pira”) imaginem a coceirada que não dá na cabeça… Assim passei para uma etapa mais avançada de aproveitamento natural e além da água para beber comecei a “aparar água” (este é o termo técnico, “aparar água”) para lavar a cabeça. Como tem chovido MUITO quase todo dia, sempre consigo encher uma ou duas bacias, mais do que suficiente para mim. Aí eu volto a pensar… quando não chove, o que é desse povo… passa sede e toma água de má qualidade mesmo estando dentro da maior bacia hidrográfica do mundo.
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