Bloco de piranhas no Ano Novo

Niterói tem outras coisas interessantes e únicas. Uma eu já comentei em um Impressões antiga: o Bloco das Piranhas em 31 de dezembro, e não no carnaval. Este ano bateu recorde de público, parando a praia por várias horas e muitíssimo organizado – segundo alguns “bofes” que me contaram. Só me contaram, porque eu não fui… risos… Haviam grupos vestidos de mulher maravilha, outras(os?) de noiva, de Minie, de camisola, de fada, mas o grande sucesso foi sem dúvida as do Bofe de Elite. Tanto entusiasmo de homem em se vestir de mulher nunca me cheira bem.
IA325 Fotografado da janela de casa… os bofes na rua.
E também não cheira bem o Bloco de Papai Noel, no dia 24 de dezembro. Além de transformarem a festa cristã em grande comércio, em Niterói existe uma tradição de se encontrarem exatamente em baixo do prédio da minha avó (este ano foi na quadra ao lado, graças ao Bom Velhinho e a Tropa de Elite que baixou por lá, com muitos soldados, ainda que não tantos quanto os (as) que estavam no Bloco das Piranhas) para ouvir funk em alto volume, beber muito, brigar, beber mais, beber um pouco mais e beber muito mais. Ninguém dança, ninguém sacode… só bebe e usa um gorro de papai Noel, além, é claro, de estragar o Natal da vizinhança. Após os tiros nos últimos anos, este ano a repressão foi grande, e o barulho menor, embora a uma quadra de distância e nove andares acima, ainda se ouvia funk em alto volume.
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