Comendo Apolo de frente para o tepui do Tepequem

A vila já tem algumas pousadas. Nenhuma parecendo ter saído das revistas de viagem que enchem os jornaleiros. São lugares rústicos, com água quente para contrabalançar as noites frescas , ventilador, cama e armador de rede. Energia só até meia-noite, de um gerador a diesel. Escolhemos a nossa pela localização, afinal não é sempre que se pode tomar o café da manhã de frente para um majestoso tepui, morada místicas de deuses indígenas como Makunaima, protetor dos Macuxi.

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A noite optamos por lanchar no Restaurante da Irmã Regina. Opções: o pastel mais famoso do Tepequem, coxinha, croquete e… “apolo”. Não resisti e perguntei o que era: ovo coberto. Vai um apolo aí?

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Ao lado da Irmã Regina há uma pousada. Ou um açougue. Ou os dois… É assim… de noite é fresco. Como não há câmara frigorífica, o boi é abatido e pendurado no final da tarde, aproveitando o refeitório vazio. A pessoa vai, escolhe o que quer, embala em um saco e leva para casa. Tudo bem simples, como vão testemunhar na foto. No dia seguinte, pela manhã, já está tudo bem limpinho, e você toma o café da manhã a vontade.

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1 comentário Adicione o seu

  1. Carlos Moura disse:

    O Apollo 13 então deve corresponder ao número de visitas a “casa de força”.

    Parabéns pelo blog. Encontrei no Google digitando Icee e me deparei com suas impressões sobre a Guyana. Favoritos….

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