Chegando em Bangalore

20 de março de 2011

Acabei de chegar em Bangalore. O motorista, Mr. Mani já está me esperando do lado de fora. Ele é simpático e logo estamos dirigindo para o centro da cidade. A mão inglesa sempre é estranha, mas o diferente é que, mesmo sem transito, pois já é de madrugada, se buzina o tempo todo: para mudar de faixa, para ultrapassar e até para simplesmente fazer barulho. Alguns caminhões mais largos tem o aviso na traseira: Favor buzinar ao ultrapassar. Quando passamos percebo que não tem espelho retrovisor. Aqui o uso do cinto não é obrigatório e nem mesmo o capacete nas motos. Passam rapazes empinando as motos e concluo que os idiotas estão em todos os lugares.

Vou atento tentando captar o máximo de imagens: um tempo de Shiva, todo iluminado (o rosto de Shiva é formado por luzes, como as que usamos no Natal), um Centro de Casamentos (lembrando que aqui os casamentos são festas enormes, onde as famílias gastam o que tem e o que não tem), hospitais, hotéis, cartazes anunciando filmes com aqueles bigodudos descamisados e com senhores de cabelo branco que lembram o Lima Duarte em Caminho das Índias – Hare Baba!

11 03 estrada indiana (3)

Os carros maiores sempre tem este aviso: “Sound Horn” – Toque a buzina. Cadê o retrovisor?

OBS: Este post faz parte do texto integral das Impressões Indianas 67

1 comentário Adicione o seu

  1. Denise Guerra disse:

    Nossa, vc tá na Índia de verdade?! Hare Baba!!! Boa viagem, conte-nos tudinho! bjs!!!

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