Despertar na mata – as margens do rio Jatapu

São seis e meia. Estou sentado na varanda da casa, tomando capuccino e pensando em passar sete anos aqui. A música se confunde às cores e imagens que tento reter. O som grave do rio é a música de fundo que flui serena. Os agudos vêm de todos os lados numa polifonia em estéreo e…