Enquanto a chuva não passa…

Esperamos no posto de saúde. Mulheres catam piolhos e crianças, curiosas, ficam nos olhando. Encaram de perto. Somos o exótico. Se tivessem câmaras com certeza estariam nos fotografando. Queria ficar mais, ver mais, saber mais, sentir mais. Fico com o gosto do pouco que tive quando saímos correndo sob a chuva fina e voamos, decolando…

A “maloca de Caras” e a maloca dos caras

Da pista para a aldeia se atravessamos uma pequena mata de árvores altas. A mata acaba e surgem as malocas, bem tradicionais. Em uma maloca circular pequena, tipo que só encontrei nas aldeias Ingaricó, usadas tradicionalmente para depósito de material e alimentos, as mulheres ficarão abrigadas: nutricionista, dentista e técnica de enfermagem. Embora seja comum…

Na Maloca Ingaricó

Já fomos a 3 malocas e as crianças já foram pesadas e estão bem. As rocas se espalham ao longo do rio e a terra parece tão fértil quanto as mães. Haja curumim por aqui. Entro em mais uma maloca. As moradias ingaricó sao bonitas. Estrutura de madeira coberta de barro. Teto de palha. Janelas…