Tarde tranquila… e a vida segue…

A chuva faz uma pausa e um zumbido chama minha atenção – preguiçosas dormideiras não se escondem sob o sem-peso das abelhas. As plantas não dormem, operárias trabalham e visitam as flores, pequenas esponjas púrpuras que enfeitam os campos. Tarde vazia. A garoa gelada assusta quem vive em latitudes equatoriais. Ninguém sai de casa e…

Fim de tarde na aldeia. Hora de descansar

Quando acabamos, quase quatro da tarde, nós do primeiro vôo ainda sem comermos, não havia mais como atender ninguém. Assim o resto do dia foi para “arrumar a casa”, preparar refeição, tomar um belo e merecido banho e… descansar. Jantamos ao entardecer, já de banho tomado. O sol se vai preguiçoso por trás das montanhas…